Dia desses, pedi para uma inteligência artificial escrever um texto tedioso, de aproximadamente vinte linhas, imitando minha escrita, com base nos rabiscos desta página. Segue o resultado: " Era uma quarta-feira tão insossa que até o relógio parecia cochilar entre os segundos. O café, coitado, já não tinha forças para fingir entusiasmo; descia morno, como quem cumpre expediente. A janela oferecia o mesmo cenário de sempre: vizinho regando plantas que não crescem, cachorro latindo para o nada, e um céu que não se decide entre cinza e bege. O computador, fiel cúmplice do tédio, insistia em atualizar programas que ninguém pediu. A cada notificação, uma promessa de novidade que se revelava apenas mais uma barra de progresso interminável. O celular vibrava, mas era só propaganda de colchão — ironia cruel para quem não consegue dormir direito. No meio da monotonia, surge a tentação de filosofar: será que o tédio é uma forma sofisticada de protesto contra a pressa do mundo? Ou apen...
Para transformar com cuidado e constância