No início, pequenos cuspes resolveriam. Não precisava ficar com o gosto ruim na boca. Mas isto poderia incomodar alguém. Conformou-se e ignorou. Depois vieram leves refluxos. Não devia tolerar, era só deixar sair o que precisava sair. Mas isto poderia abalar a autoimagem. Tolerou e segurou. Chegou o momento do grande vômito. Não haveria vergonha, tinha que por para fora aquilo tudo. Mas a partir deste ponto, isto certamente arruinaria quem estivesse na frente. Esforçou-se e engoliu. Agora lida com o mal-estar, a infecção, o torpor. Tudo incomoda, abala, arruína. Mas daqui a algum tempo vai estar bem. E vai cuspir quando precisar.
Para transformar com cuidado e constância