Cê sabe... Eu tentei dizer de outro jeito, mais direto, pessoalmente, com cuidado. Não rolou, né... Sei lá se tem um jeito certo, sempre parece que eu escolho o pior caminho pra esse papo.
Pelo menos alguma coisa será coerente. É um dia ímpar, você gosta mais dos pares. É seu dia de terapia. É quase fim de semana, então o gim e o tal do "copão" estarão liberados em breve. É começo de mês, período de pagamento, vai ter alguma amiga louca pra lhe arrastar para a esbórnia (e vai fundo, mas vai sem carro, senão vou contar para aquela minha amiga do Facebook, sua mãe).
Tô precisando da minha caverna. Meu ócio. Minha sollitude. Minhas músicas se alternando com muito silêncio. Ok, já estou nessa pegada faz um tempinho, mas tô descobrindo que é uma maratona, não uma prova de 100 metros rasos.
Se depois de ler isso (e me chamar de arrombado) ainda quiser aquele café, aquele sorvete, o bate-papo incrível e o bom humor fabuloso que sempre permeou nossos encontros, tô dentro. E não vou encher este texto de considerações piegas sobre suas muitas qualidades e sua personalidade fascinante. Essas coisas ficarão restritas àqueles aplicativos de mensagens muito superiores ao WhatsApp, tá?
Bom fim de semana, crush.
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