Hoje, eu topo...
Hoje a noite me convenceu que sim... O vento me soprou ao pé do ouvido: “relaxa!”
Hoje eu estou leve, do jeito que você queria. Tudo pode, nada é problema. Já estou aí. São as minhas mãos em você, minha boca em você, eu em você...
Hoje é intenso, ainda que delicado. É silêncio, ainda que soe sublime. Rasteja, engatinha, toca, esfrega, acelera, explode, descansa e repete...
Hoje é simples, é bom, é sem culpa... É natural, é e pronto!
Amanhã eu complico tudo novamente. Volto a pensar nas pendências, nos deveres, nas consequências, nos efeitos colaterais de longo prazo.
Mas hoje, eu topo...
Hoje a noite me convenceu que sim... O vento me soprou ao pé do ouvido: “relaxa!”
Hoje eu estou leve, do jeito que você queria. Tudo pode, nada é problema. Já estou aí. São as minhas mãos em você, minha boca em você, eu em você...
Hoje é intenso, ainda que delicado. É silêncio, ainda que soe sublime. Rasteja, engatinha, toca, esfrega, acelera, explode, descansa e repete...
Hoje é simples, é bom, é sem culpa... É natural, é e pronto!
Amanhã eu complico tudo novamente. Volto a pensar nas pendências, nos deveres, nas consequências, nos efeitos colaterais de longo prazo.
Mas hoje, eu topo...
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