(publicado originalmente no Facebook em 23/12/2017)
Em 2016, escrevi o textinho desta imagem na noite de Natal. Relendo, dá uma tremenda vontade de reescrever melhor, mas a urgência daquele momento fez com que saísse assim. Na época, a motivação foi o incômodo por ausências. Hoje, a reflexão é sobre as presenças.
Neste exato instante, eu sou "presença remota". Meus filhos estão em outro canto (ei, a gente se vê em breve! 👍). Minha mãe, meus irmãos e meus familiares, em outros lugares. Não importa. Estão comigo e estou com eles. Seja numa mensagem de rede social, numa ligação telefônica, num pensamento de carinho ou numa oração noturna, estamos juntos.
Algumas presenças parecem ausências, mas basta repensá-las. Por exemplo, a do Xaxá, meu pai, que descansou em fevereiro passado. Como não percebê-lo nos detalhes, no senso de amor ao próximo, nas coisas que ele deixou prontas e com as quais eu não preciso me preocupar? Ou da tia Neuza, que partiu em outubro, tão boa, doce e abnegada?
Reafirmo o que escrevi: presença é estar (ou querer estar) presente. Ou manter presente aquilo que é importante. É aquele "estou aqui", dito com palavras, gestos, curtidinhas ou encontros pessoais. Até lembrancinhas. Tudo o que for feito com vontade. Não vale dar a lembrancinha e ficar aliviado por cumprir uma obrigação. Não vale estar na mesma sala e em planetas diferentes. Não vale responder assim 😃 querendo responder assim 🙄. Isso é ausência.
Valorizar as pessoas, da forma que pudermos, importa muito. Elas são nossos melhores presentes, estejam conosco ou distantes, seja em nosso dia a dia ou em nossos corações.
A quem teve o saco de ler, obrigado. Mesmo sem sinalizar, mesmo sem perceber, você acabou de se tornar presença. Espero, de coração, ter feito o mesmo por você. Não se esqueça: estou aqui 😉
Neste exato instante, eu sou "presença remota". Meus filhos estão em outro canto (ei, a gente se vê em breve! 👍). Minha mãe, meus irmãos e meus familiares, em outros lugares. Não importa. Estão comigo e estou com eles. Seja numa mensagem de rede social, numa ligação telefônica, num pensamento de carinho ou numa oração noturna, estamos juntos.
Algumas presenças parecem ausências, mas basta repensá-las. Por exemplo, a do Xaxá, meu pai, que descansou em fevereiro passado. Como não percebê-lo nos detalhes, no senso de amor ao próximo, nas coisas que ele deixou prontas e com as quais eu não preciso me preocupar? Ou da tia Neuza, que partiu em outubro, tão boa, doce e abnegada?
Reafirmo o que escrevi: presença é estar (ou querer estar) presente. Ou manter presente aquilo que é importante. É aquele "estou aqui", dito com palavras, gestos, curtidinhas ou encontros pessoais. Até lembrancinhas. Tudo o que for feito com vontade. Não vale dar a lembrancinha e ficar aliviado por cumprir uma obrigação. Não vale estar na mesma sala e em planetas diferentes. Não vale responder assim 😃 querendo responder assim 🙄. Isso é ausência.
Valorizar as pessoas, da forma que pudermos, importa muito. Elas são nossos melhores presentes, estejam conosco ou distantes, seja em nosso dia a dia ou em nossos corações.
A quem teve o saco de ler, obrigado. Mesmo sem sinalizar, mesmo sem perceber, você acabou de se tornar presença. Espero, de coração, ter feito o mesmo por você. Não se esqueça: estou aqui 😉

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