Paciência.
Pa-ci-êeeen-ciiiiaaa...
Tá, admito. Chega a ser um defeito em mim.
Hoje, porém, estou representando a "classe" toda. Isto inclui os pacientes moderados. Então, pensando neles, seguem umas coisinhas para esclarecer:
1) Paciência não é falta de ação. É uma tentativa de agir no tempo certo. Nem sempre acertamos, mas dificilmente erramos por precipitação.
2) A emergência tem prioridade sobre a paciência. E a paciência sabe dar passagem à emergência.
3) Paciência não é necessariamente tranquilidade. Putz, não mesmo! Nem sempre você está na frente de um monge em altíssimo grau de contemplação. Às vezes, por trás da calma aparente, estamos torcendo para que haja alguém com conhecimentos básicos de primeiros socorros por perto, sentindo a iminência de um ataque cardíaco.
4) Paciência tem tudo a ver com fé, esperança e caridade. Acima de tudo, esperança. Esperança de "esperançar", conforme nos lembra Mário Sérgio Cortella.
5) Sim, ela tem limites. Por mais extremos que sejam. Testar estes limites de forma leviana é um erro gigantesco.
6) Não se espante com os assuntos dos quais você tinha se esquecido e nós, não. Assuntos que valem a pena são de longo prazo para os pacientes. Se algum imediatismo da outra parte já encerrou o assunto, tudo bem, já contamos com isso também.
7) Não confunda paciência com indecisão. Ok, há indecisos com paciência, mas são coisas diferentes. Se você tem dúvidas, pergunte e lhe será explicado. Os decididos com paciência apenas contam com uma enorme capacidade de lidar com o imponderável, com aquilo que não depende de nós.
8) Dá trabalho. Mas, sorry, viver dá trabalho...
9) Paciência não é coisa de quem tem sangue de barata. É coisa de quem tem nervos de aço.
10) Quem não tem paciência, não chegou até aqui, portanto, bem-vindo ao clube! (Mesmo que seja como visitante...)
Dito isto, não se acanhe em me dar um empurrãozinho quando achar que eu empaquei. Em algumas vezes, você terá razão. Em outras, vai descobrir que eu sei exatamente o que estou fazendo.
Pa-ci-êeeen-ciiiiaaa...
Tá, admito. Chega a ser um defeito em mim.
Hoje, porém, estou representando a "classe" toda. Isto inclui os pacientes moderados. Então, pensando neles, seguem umas coisinhas para esclarecer:
1) Paciência não é falta de ação. É uma tentativa de agir no tempo certo. Nem sempre acertamos, mas dificilmente erramos por precipitação.
2) A emergência tem prioridade sobre a paciência. E a paciência sabe dar passagem à emergência.
3) Paciência não é necessariamente tranquilidade. Putz, não mesmo! Nem sempre você está na frente de um monge em altíssimo grau de contemplação. Às vezes, por trás da calma aparente, estamos torcendo para que haja alguém com conhecimentos básicos de primeiros socorros por perto, sentindo a iminência de um ataque cardíaco.
4) Paciência tem tudo a ver com fé, esperança e caridade. Acima de tudo, esperança. Esperança de "esperançar", conforme nos lembra Mário Sérgio Cortella.
5) Sim, ela tem limites. Por mais extremos que sejam. Testar estes limites de forma leviana é um erro gigantesco.
6) Não se espante com os assuntos dos quais você tinha se esquecido e nós, não. Assuntos que valem a pena são de longo prazo para os pacientes. Se algum imediatismo da outra parte já encerrou o assunto, tudo bem, já contamos com isso também.
7) Não confunda paciência com indecisão. Ok, há indecisos com paciência, mas são coisas diferentes. Se você tem dúvidas, pergunte e lhe será explicado. Os decididos com paciência apenas contam com uma enorme capacidade de lidar com o imponderável, com aquilo que não depende de nós.
8) Dá trabalho. Mas, sorry, viver dá trabalho...
9) Paciência não é coisa de quem tem sangue de barata. É coisa de quem tem nervos de aço.
10) Quem não tem paciência, não chegou até aqui, portanto, bem-vindo ao clube! (Mesmo que seja como visitante...)
Dito isto, não se acanhe em me dar um empurrãozinho quando achar que eu empaquei. Em algumas vezes, você terá razão. Em outras, vai descobrir que eu sei exatamente o que estou fazendo.
Uauuuuuu... Sensacional...
ResponderExcluirThanks!
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